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A primeira Assembleia Setorial do TRE-BA do ano, realizada nesta quinta-feira (22), aprovou as pautas que serão levadas pela Bahia ao Encontro Nacional dos Servidores e Servidoras da Justiça Eleitoral (ENEJE), que acontece em Brasília. Entre os pontos estão a reestruturação da carreira, a derrubada do veto ao reajuste, a criação de cargos, o auxílio-nutrição, o trabalho híbrido e que todos os cargos de segurança sejam exercidos por Agentes de Polícia do Tribunal. A reunião também reforçou o chamado para a Assembleia Geral da categoria, no dia 28/1, e para o ato nacional do dia 4/2, em Brasília.

A assembleia elegeu Fátima Coutinho e Juvenal Junior como representantes do TRE-BA no ENEJE. Além deles, José Cândido participará como Diretor de Base do Sindjufe-BA. Com isso, a Setorial reafirma a indicação feita nos encontros dos ramos Trabalhista e Federal de construir uma luta conjunta pela derrubada do veto do governo à recomposição e à reestruturação da carreira. O entendimento é de que essas pautas não são antagônicas e exigem unidade da categoria para avançar.

Para Denise Carneiro, “não dá para abrir mão nem do reajuste, nem da carreira. Mas essa luta precisa ser firme, sem amarras!”. A dirigente também ressaltou elementos que tornam essa disputa possível, como pareceres técnicos favoráveis e previsão orçamentária, mas reforçou que nada disso se concretiza sem mobilização.

No debate, Júnior fez uma análise crítica sobre o momento vivido pela categoria. Ele alertou que, se o veto for derrubado, as parcelas podem ser usadas como argumento para adiar a negociação da carreira. E que, se o veto for mantido, essa parcela isolada também não garante reestruturação. Para ele, o que vai definir o rumo da luta é a postura coletiva. “O problema é que a nossa categoria não se reconhece como classe trabalhadora”, criticou.

A servidora e ex-dirigente do Sindicato, Janiere Portela, reforçou que a reestruturação é um processo longo e, justamente por isso, exige que a base retome a mobilização: “a gente precisa reconstruir a mobilização, as paralisações que fizemos aqui precisa ser feita em todos os estados em ação coordenada” para ter fôlego por ser uma luta que deve durar mais de um ou dois anos.

Ao final, Denise chamou atenção para o cenário de insatisfação e adoecimento da categoria, relacionando salário, carreira e condições de trabalho, assédio, excesso de trabalho com saúde mental. A dirigente também citou os casos de suicídio entre colegas em janeiro, o que motivou a campanha e a realização da live no próximo dia 28/1, no canal do Youtube do Sindicato.

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