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O Núcleo de Combate às Opressões do Sindjufe-BA realizou, nesta quarta (25), a primeira reunião de 2026, reafirmando o enfrentamento às desigualdades e violências como prioridade do Sindicato. O encontro ocorreu de forma virtual, pela plataforma Zoom, com mediação do dirigente Sandro Sales, que destacou como as opressões atingem especialmente mulheres, pessoas negras, LGBTs, com deficiência, idosos e outros grupos historicamente marginalizados. “Somos minoria social, mas maioria numérica. Isso precisa transformado. Através da união de todos esses grupos oprimidos, seremos capazes de criar uma sociedade que inclua todas as diversidades”, afirmou.

Durante o debate, participantes relacionaram as opressões vividas dentro e fora do trabalho aos impactos na saúde mental. O dirigente Gesner Braga destacou que o tema precisa ser tratado de forma integrada. “Não é possível discutir opressões sem considerar seus efeitos na saúde mental e na qualidade de vida”. A dirigente Benedita Noeme reforçou a importância do Sindjufe-BA nesse enfrentamento. “O sindicato é um espaço de apoio e proteção para quem passa por essas situações”.

As intervenções também apontaram que o sistema de justiça no Brasil reproduz desigualdades sociais. O servidor Jailson Lage observou que fatores como gênero, orientação sexual, raça e condição social ainda definem lugares de exclusão. A reunião ocorreu no mesmo dia do julgamento do assassinato da vereadora Marielle Franco, considerado pelos participantes um momento simbólico diante do debate sobre violências e direitos no país.

Entre as deliberações, foi apresentada por Dóris Fernandes reforçou a proposta de criação de projeto permanente de escuta voltado ao sofrimento psíquico de servidoras e servidores, com foco no acolhimento e na escuta. Essa projeto já está incorporada como ações do Sindicato. Também foram sugeridas atividades formativas e culturais ao longo do ano, como lives, rodas de conversa, grupos de estudo, cine debates e ações presenciais nos locais de trabalho.

Os encaminhamentos para março, mês de luta das mulheres, foram construídos coletivamente e consolidados ao final da reunião. Estão previstas a realização de uma live temática sobre o 8M, a participação do Sindicato na Marcha Mulheres Vivas, em Salvador, e a retomada da campanha de combate ao assédio em formato presencial, com atividades diretamente nos locais de trabalho.

A força do coletivo enfrenta as opressões! Filie-se!

Sindjufe-BA – Gestão Unidade na Resistência

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